sexta-feira, 9 de novembro de 2012

O SENHOR NOS ORIENTA POR MEIO DE CONSELHOS SÁBIOS




 Quando foi anunciada a vinda de Cristo, através do ministério profético de Isaías, assim foi dito: “...E ele será chamado Maravilhoso Conselheiro...” (Isaías 9:6). Assim sendo, não é conveniente andarmos sob os conselhos daqueles que não têm comunhão com Deus; e muito menos imitá-lo na sua conduta.
Se nossa vida for pautada sob a orientação do Senhor, nosso divino conselheiro, certamente seremos como árvore plantada à beira de águas correntes; dando fruto na estação própria e com suas folhagens sempre verde; isto é, prosperando sempre em tudo o que fizermos.
Oremos: Amado Pai celestial. Muitas vezes, por não buscarmos seus conselhos tão explícitos na Bíblia Sagrada, falhamos e sofremos. Guia-nos, de agora em diante, com os teus sábios conselhos; assim sabemos que estamos caminhando sob sua proteção, para glória futura, na sua presença. Oramos em nome de Jesus. Amém.
Adolpho Salgado

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

O SENHOR NOS ORIENTA NA TOMADA DE DECISÕES




 Às vezes ficamos sem saber o que fazer em certas situações. Precisamos ter cuidado para não tomarmos decisões erradas, para não agirmos por impulso; isto nos trará problemas e sofrimentos para nós e para nossas famílias. O bom é buscarmos a Deus com humildade e confiarmos nas suas orientações A Bíblia diz que o coração do homem é enganoso e o que confia no seu próprio coração é insensato. O Senhor "guia os humildes no que é reto e lhes ensina o caminho" (Salmo 25:9).
Oremos: Amado Pai celestial, dá-nos um coração humilde e confiante. Só o Senhor sabe o que é certo ou errado; o que é bom para nós, a fim de vivermos em paz.
Adolpho Salgado
Contato: ministeriorestaurandofamilias@gmail.com

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quarta-feira, 7 de novembro de 2012

PAZ, DOCE PAZ



A paz é o sonho de consumo de todo ser humano. O homem busca a paz em todos os lugares, por todos os meios e até faz guerras para alcançá-la. As religiões prometem a paz. O dinheiro tenta comprá-la. Os prazeres desta vida oferecem-na como cardápio do dia. Mas, o que é a paz? Onde encontrar a paz? Como podemos recebê-la? Precisamos primeiramente entender que a verdadeira paz não é quietude ou meditação transcendental nem uma incursão pelos labirintos da nossa alma. Não alcançamos a paz cavando os poços de nosso próprio coração. Ainda precisamos entender que a paz não é ausência de problemas. Não é paz de cemitério. A verdadeira paz coexiste com a dor, é temperada com as lágrimas, e estende suas raízes no solo duro do sofrimento. Vamos, agora, tratar de dois aspectos da verdadeira paz.
1. A paz com Deus. O homem é um ser rebelado contra Deus. Toda a inclinação do nosso coração está contra Deus. Somos, por natureza, inimigos de Deus. Não nos deleitamos em Deus nem temos prazer em obedecer a sua lei. Apesar de termos virado as costas para Deus, Deus jamais desistiu de nós. Ao contrário, amou-nos com amor eterno e buscou-nos com desvelo singular. Deus estava em Cristo reconciliando consigo o mundo. Foi Deus e não o homem quem tomou a iniciativa da reconciliação. O homem cavou abismos no seu relacionamento com Deus, mas Deus construiu uma ponte segura para reatar esse relacionamento. Jesus veio ao mundo como nosso mediador, representante e fiador e morreu na cruz pelos nossos pecados a fim de reconciliar-nos com Deus. Fomos justificados. Nossa dívida foi paga. Estamos quites com a lei de Deus. A justiça de Deus foi satisfeita. Agora não há mais barreira entre nós e Deus. Fomos reconciliados com Deus. Agora temos paz com Deus. A paz com Deus fala de relacionamento restaurado. Não somos mais réus, mas filhos. Não somos mais estranhos, mas amigos. Não estamos mais distantes, fomos aproximados. Não estamos mais em guerra contra Deus, agora temos paz com Deus. A paz com Deus não é alcançada por aquilo que fazemos para Deus, mas por aquilo que Deus fez por nós. Não obtemos essa paz pelo nosso sacrifício, mas pelo sacrifício de Cristo na cruz por nós.
2. A paz de Deus. Se a paz com Deus fala de relacionamento, a paz de Deus fala de sentimento. A paz de Deus é consequência direta da paz com Deus. É impossível experimentar a paz de Deus sem primeiro conhecer a paz com Deus. A paz com Deus é a causa, a paz de Deus é a consequência. A paz com Deus é operada fora de nós, no tribunal de Deus; a paz de Deus é experimentada dentro de nós, em nossa mente e coração. A paz com Deus tem a ver com nossa posição aos olhos de Deus no céu; a paz de Deus tem a ver com nossa intimidade com Deus na terra. A paz de Deus é uma sentinela ao redor da nossa mente e do nosso coração livrando-nos da ansiedade. É uma muralha divina que protege nossa razão e nossa emoção dos temores que rondam a nossa alma. É desfrutar de uma doce paz no meio do vale escuro. É ter uma mente segura e um coração sereno mesmo na tempestade borrascosa. É confiar plenamente em Deus, mesmo que o mundo ao nosso redor se transtorne. É viver com o coração no céu, mesmo que os nossos pés sejam feridos na terra. A paz de Deus não é uma paz química, que se compra na farmácia. Não é uma viagem para o interior do nosso coração pelas vias da meditação transcendental. Não é o produto de técnicas psicológicas nem o fruto de processos místicos, mas o resultado de orarmos, pensarmos e agirmos corretamente. Aqueles que têm paz com Deus podem e devem experimentar a paz de Deus. Aqueles que foram reconciliados com Deus por meio de Cristo, já estão livres da condenação diante do tribunal de Deus e devem estar livres de toda ansiedade e temor diante das lutas da vida. Oh, paz, tão doce paz! Oh, consolo sem par! Oh, ventura sem igual!
Escrito por Rev. Hernandes Dias Lopes
Fonte: www.hernandesdiaslopes.com.br

terça-feira, 6 de novembro de 2012

IECPTAUBATÉ - CULTO DOS JOVENS


Domingo (4) participei do culto promovido pelos jovens da Igreja Cristã Presbiteriana de Taubaté. O Senhor abençoou de maneira especial cada momento do culto. Cada palavra, cada cântico nos levou a momentos preciosos na presença do Espírito Santo.
Gostaria de destacar a pregação trazida pelo Irmão Flávio. Lembro-me ainda deste jovem na sua infância; eu o vi crescer em estatura, como também em graça e em sabedoria. Alegro-me muito vendo-o sendo usado pelo Senhor para abençoaar a igreja.
Sua palavra, com base na Parábola do Filho Pródigo, foi trazida de maneira simples, objetiva e cheia de unção. Rogo ao nosso Pai celestial a fim de que este jovem irmão continue protegido debaixo da poderosa mão de Deus; e o Senhor venha completar sua obra na vida dele, para que seja usado ainda mais poderosamente.
A mensagem do Irmão Flávinho, com base na Parábola do Filho Pródigo,  me levou a meditar sobre a grande misericórdia de Deus para conosco., No capítulo 15 do Evangelho de Lucas traz três parábolas com um só objetivo; mostrar o amor imensurável de Deus pelas almas perdidas. Mostrar a sua fidelidade, compaixão, longanimidade e perseverança na busca daqueles que se haviam perdidos.
Na primeira parábola Deus se identifica com o pastor que perdeu uma de suas ovelhas; ele foi atrás dela até encontra-la. Encontrando ficou tão alegre que chamou amigos e vizinhos para comemorar. Jesus diz: "Eu sou o bom pastor. O bom pastor dá a sua vida pelas suas ovelhas" (João 10:11). Aquela ovelha era você e eu; identifiquemos com ela, pois está escrito que todos nós, tal qual ovelhas, nos desviamos, cada um de nós se voltou para o seu próprio caminho.
Na segunda parábola Deus se identifica com aquela lâmpada que se acendeu e iluminava cada canto da casa até aquela mulher encontrar a dracma perdida. Quando isto aconteceu a mulher reuniu sua amigas e vizinhas para alegrar-se com ela. Aquela moeda era você e eu; identifiquemos com ela pois o Senhor "nos resgatou do domínio das trevas e nos transportou para o Reino do seu Filho amado" (Colossenses 1:13).. Tu és a nossa lâmpada, ó Senhor.
Na terceira parábola Deus se identifica com aquele Pai, abandonado por um filho ingrato, que saiu pelo mundo levando a parte de sua herança. Quanto tempo aquele pai esperou até tê-lo de volta? Sabemos, apenas, que quando teve novamente em seus braços o envolveu num abraço apertado e o beijou. depois providenciou três coisas:
Providenciou para que aquele filho fosse limpo de todas as imundícies do mundo. Providenciou sandálias para os pés; aquele tempo só os escravos andavam descalços. Providenciou um anel para ser colocado em seu dedo; anel era sinal de autoridade. Providenciou também para ele um grande banquete; agora, como filho restaurado, participava da intimidade com o pai. "...este meu filho estava morto e voltou à vida; estava perdido e foi encontrado" (Lucas 15:24).
Aquele filho que saiu da presença do pai e depois fez a sua jornada de volta é você e eu. Identifiquemos com ele pois estávamos perdidos e fomos encontrados; estávamos mortos e  fomos vivificados, O Senhor é fiel em suas promessas, seu amor e sua benignidade dura para sempre.
Pr. Adolpho Salgado


Contato: ministeriorestaurandofamilias@gmail.com

 

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

DIA DE FINADOS



                                                    
Hoje é dia das almas, o dia em que o povo faz homenagens aos seus mortos. Hoje, também, é uma grande oportunidade para meditarmos sobre a vida. Como anda a nossa vida com Deus?
O apóstolo Paulo nos orienta para que não sejamos ignorantes quanto aos que morrem para não ficarmos entristecidos; e fala que aqueles que em Cristo morreram ressuscitarão um dia. Isto significa que entre aqueles que já morreram há os que vão ressuscitar para gozar a vida eterna com Deus, e há aqueles que ficarão no túmulo eternamente; estes são os que rejeitaram a salvação que Deus preparou para a humanidade, mediante o sacrifício de seu Filho, Cristo Jesus.
Compensa revermos e levarmos a sério o que está escrito em João 1:12-13 “Contudo, aos que o receberam, aos que creram em seu nome, deu-lhes o direito de se tornarem filhos de Deus, os quais não nasceram por descendência natural, nem pela vontade da carne nem pela vontade de algum homem, mas nasceram de Deus”. Estes são herdeiros do Reino dos Céus, pois está escrito: “E, porque vocês são filhos, Deus enviou o Espírito de seu Filho ao coração de vocês, e ele clama “Aba, Pai”. Assim, já não é mais escravo, mas filho; e, por ser filho, Deus também o tornou herdeiro. Herdeiro de Deus e co-herdeiro com Cristo...” (Confira em Gálatas 4:7; Romanos 8:17).
Pais! Neste dia, meditem com seus filhos sobre estas coisas.
Adolpho Salgado

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quinta-feira, 1 de novembro de 2012

VIDA NOVA, UMA LINGUAGEM NOVA



Quando aceitamos a Cristo como nosso Salvador e Senhor passamos a gozar de uma nova vida (2 Coríntios 5:17). Esta nova vida não é nascida de descendência natural, nem pela vontade de algum homem, mas nascida de Deus. Por isso agora, como filhos de Deus, temos uma linguagem nova. Quer sejamos doutores ou indoutos, a nossa linguagem devem transmitir amor, paz, segurança, esperança, ânimo, etc.
Em 1980 conheci uma música cuja letra diz: “Palavra não foi feita para dividir ninguém; palavra é a ponte o amor vai e vem. Palavra não foi feita para semear dúvidas, tristezas ou mal estar; palavra não foi feita para cair ao chão. Destino da palavra é união”.
A apresentadora  do SBT Marília Gabriela, entrevistou a poucos dias atrás, a cantora gospel Aline Barros. Quando a entrevista já estava chegando ao seu final, a apresentadora, num gesto brusco, largou na mesa seu script e mostrando-se admirada, perguntou:  “Desde o começo da entrevista venho notando que você tem uma linguagem diferente que me chamou a atenção; você pode me explicar isto? A linguagem da Aline Barros, claro, é uma linguagem de quem goza de uma nova vida em Cristo. Devemos também ter uma linguagem cristã que venha impactar as pessoas.
Está escrito: “O homem bom tira coisas boas do bom tesouro que está em seu coração, e o homem mau tira coisas más do mal que está em seu coração, porque a sua boca fala do que está cheio o coração” (Lucas 6:45). É por isso que nosso Pai celestial prometeu tirar de nós este  coração petrificado pelo mal, para nos dar um novo coração; para que nesse novo coração o seu Espírito viesse fazer morada, a fim de que nós, voluntariamente, pudéssemos fazer a sua vontade”. E a vontade de Deus é que tenhamos uma nova vida e um nova linguagem. “Nenhuma palavra torpe saia da boca de vocês, mas apenas o que é útil para edificar os outros, conforme a necessidade, para que conceda graça aos que a ouvem” (Efésios 4:29). A Palavra de Deus ainda diz: “Tudo o que fizerem, seja em palavra ou em ação, façam-no em nome do Senhor Jesus, dando por meio dele graças a Deus Pai” (Colossenses 3:17).
Em nome do Senhor Jesus? Como assim? Nome significa a revelação do seu ser, de sua pessoa, de sua natureza, de seu caráter, etc. A nossa nova linguagem deve revelar a pessoa de Jesus.
“O seu falar seja sempre agradável e temperado com sal...” (Colossenses. 4:6). Assim como uma comida sem tempero são aquelas palavras que não edificam e revelam degradação, falta de paz, etc. São palavras que  entristece o Espírito Santo em nós.
Nossas palavras, também, deve sempre transmitir confiança e fé, mesmo que seja diante de circunstâncias dolorosas. No nosso dicionário encontramos a palavra “resiliência”, que significa adaptar-se as circunstâncias sem perder as características. A Bíblia traz diversos exemplos de homens e mulheres de Deus que foram resilientes; ficamos, porém,  com as experiências do Apóstolo Paulo; veja o que ele diz:  “...aprendi a adaptar-me a toda e qualquer circunstâncias. Sei o que é passar necessidade e sei o que é ter fartura. Aprendi o segredo de viver contente em toda e qualquer situação (...) tudo posso naquele que me fortalece” (Filipenses 4:11-13). No Livro de Atos dos Apóstolos (Atos 16:16-34), encontramos o relato de Paulo e Silas na cidade de Filipos, onde eles foram presos por causa do Evangelho. Eles foram colocados no fundo de uma cela; com certeza escura e com muito mal cheiro. Os pés de ambos foram colocados num tronco, que é um instrumento de tortura. Eles tinham tudo para se revoltar contra aquela situação, mas, em vez disso, a sua linguagem, louvando a Deus, transmitia paz, confiança e muita alegria no Senhor.
Nossa linguagem, em toda e qualquer circunstância, deve ser agradável, manifestando amor, paz, equilíbrio, ânimo, esperança e fé; manifestando a própria vida de Cristo.
Façamos das palavras do salmista as nossas palavras, dizendo: “Sejam agradáveis as palavras da minha boca, e a meditação do meu coração perante a tua face, ó Senhor, rocha minha e redentor meu!” (Salmo 19:14).
Adolpho Salgado

Contato: ministeriorestaurandofamilias@gmail.com