terça-feira, 18 de dezembro de 2012

BUSQUEMOS A FACE DE DEUS



Estamos meditando sobre o texto de 2 Crônicas 7:14
“Se o meu povo, que se chama pelo meu nome (...) buscar a minha face...”

O Senhor quer revelar a sua face, fazer resplandecer a sua face àqueles que o busca humildemente sob oração. O Senhor quer fazer resplandecer o seu rosto sobre nós (Números 6:25). Isto indica que o Senhor quer se agradar de nós e nos favorecer naquilo que buscamos. Buscar a face do Senhor significa estar com o coração propício para que ele se agrade e decrete suas bênçãos.
Ester entrou na presença do rei Assuero, para buscar os seus favores em benefício do seu povo. Ela se preparou para isso, juntamente com todo povo judeu, colocando-se humildemente em jejum e oração (Ester, capítulos 4 e 5). Ester achou graça diante do rei e salvou o seu povo de grande mortandade.
Maria, mãe de Jesus, foi grandemente agraciada. Aquele que era desde o princípio (Cristo Jesus), e, tinha por isso natureza divina, precisava adquirir uma natureza humana para nascer entre nós. Deus fez resplandecer o seu rosto sobre Maria, e ela foi escolhida.
Maria era uma jovem com vida de oração, que reconhecia a grandeza e o Senhorio do Senhor sobre ela; e, humildemente buscava a face de Deus. O Cântico de Maria revela isto (Lucas 1:46-55).
O Senhor também colocou em nosso coração um novo cântico (Salmo 149:1). Que seja um cântico de júbilo, um cântico de gratidão pelas grandes coisas que o Senhor tem feito por nós; um cântico reconhecendo a grandeza de Deus e o Senhorio de Cristo sobre nós, porque somos um povo que busca a face do Senhor.

Oremos: Pai Santo! Com a alma cheia de júbilo queremos mostrar ao mundo que somos um povo que busca a sua face. Um povo que é feliz, muito feliz, porque, sobre este povo, o Senhor fez resplandecer o seu rosto e o favoreceu grandemente. Oramos em nome de Jesus. Amém.
Adolpho Salgado

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

DEUS CONVOCA O SEU POVO PARA ORAR



Estamos meditando sobre o texto de 2 Crônicas 7:14
“Se o meu povo, que se chama pelo meu nome, (...) orar...”

Jesus era um homem de oração. Às vezes ele passava a noite toda orando. No Jardim do Getsêmani, por ocasião de sua prisão, Jesus orava intensamente, enquanto os discípulos que o acompanhavam dormiam de tristeza. Jesus voltando-se a eles disse: “Por que vocês estão dormindo? Levantem-se e orem para que não sejam tentados” (Lucas 22:46).
O povo de Deus, aquele que tem a Cristo como seu Mestre, Senhor, e Pastor Supremo, precisa levar em conta esses ensinamentos; os apóstolos fizeram isso.
Oração é diálogo com o Senhor. Assim como Jesus, após a ressurreição caminhava e conversa com os discípulos no caminho de Emaús, Jesus quer ser nosso divino companheiro, e dialogar conosco. Ele quer nos ouvir e quer também ser ouvido; é assim que atrairemos as bênçãos dos céus.

Oremos: Amado Pai celestial! Queremos ter uma vida de oração. Nos momentos de dificuldade, de angústia, de tristeza; nos getsêmanis da nossa vida, queremos estar junto a ti, em constante oração.
Adolpho Salgado  

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

HUMILDADE: UMA CARACTERÍSTICA DO POVO DE DEUS



Estamos meditando sobre o texto de 2 Crônicas 7:14
 “... Se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar...”

Jesus quer que olhemos para ele, como exemplo de vida, quando diz: “aprendam de mim, pois sou manso e humilde de coração...”  (Mateus 11:29). Uma das características do povo de Deus, a Igreja, é a humildade. Cristo veio como o segundo Adão. O primeiro recebeu das mãos do maligno a semente da altivez, e a plantou no seu coração, por isso a descendência adâmica trouxe consigo este mal. Aqueles que se fizeram seguidores de Cristo precisam ter um coração humilde igual ao dele.
Humildade é dependência total de Deus. É se apresentar diante de Deus; e quer sendo considerado pobre diante dos homens, ou possuidor de muitos bens, reconhece que nada tem e nada é, e que depende inteiramente de Deus. Humilde é aquele que reconhece sua pobreza espiritual e, deixando de lado toda autodependência, procuram a graça de Deus, que é favor imerecido.
No Jardim do Éden a altivez falou mais alto, e Adão foi vencido e caiu; no Jardim do Getsêmani a humildade falou mais alto, e Jesus venceu e foi exaltado.
 Oremos: Amado Pai celestial! Ajuda-nos, para que seja tirada de nós toda altivez, e põe em nós um coração humilde como o coração do seu Amado Filho. Oramos em nome de Jesus, Amém.
Adolpho Salgado

domingo, 9 de dezembro de 2012

LEVAMOS EM NÓS O NOME DE DEUS...



Leia 2 Crônica 7:14
"Se o meu povo, que se chama pelo meu nome..."

Somos um povo que leva o nome de Deus. O Senhor instruiu a Moisés, a fim de que o nome dele fosse posto sobre o seu povo (Números 6:22-27).
Há algum tempo atrás, li o livro “Nada me Faltará” escrito por Philip Keller. Nesse livro o pastor Keller conta a respeito de um homem muito generoso que era criador de ovelhas. Ele tinha um zelo especial no trato com esses animais. Sua fazenda era muito grande, e na escassez de pastagem para as ovelhas, em outras áreas de sua propriedade o capim estava alto, esperando por elas. Suas ovelhas estavam sempre limpas e saudáveis.
Havia, porém, um seu “vizinho de cerca” que também criava ovelhas; mas, as ovelhas desse vizinho eram tão maltratadas que lhe causava pena. Então este homem, até por um ato de piedade comprava, de vez em quando, algumas dessas ovelhinhas raquíticas. Mantinham-nas, porém, separadas do seu rebanho, até que fossem bem curadas e estivessem saudáveis.
Após essas providências, havia um procedimento que era quase um cerimonial; uma placa pequena era afixada na orelha de cada uma daquelas cordeirinhas resgatadas, com as iniciais do nome do seu novo dono. Parece que ele, aquele bondoso criador de ovelhas, estava dizendo: “agora você é minha!”. Aqueles cordeirinhos, demonstrando felicidade, saiam saltitando e se enturmavam ao rebanho.
O Senhor faz assim conosco: tira-nos do reino das trevas, onde só há sofrimento e nos transporta para o Reino do se filho amado (Colossenses 1:13). Depois nos limpa, cura, e restaura de maneira plena. Após esses procedimentos põe em nós o seu selo: “Ora, é Deus que faz que nós e vocês permaneçamos firmes em Cristo. Ele nos ungiu e nos selou como sua propriedade e pôs o seu espírito em nossos corações como garantia do que está por vir” (2 Coríntios 1:21-22). Agora somos dele!
Você que pertence ao povo de Deus, e que foi selado por ele, demonstre sua alegria e glorifique ao Senhor. E você que ainda não faz parte deste povo, não se conforme com a vida que você leva; clame ao Senhor e experimente a salvação em Cristo. Quero usar aqui, uma expressão do apóstolo Pedro na sua primeira pregação: “Salvem-se desta geração corrompida” (Atos dos Apóstolos 2:40).

Oremos: Amado Pai celestial! Queremos glorificar o teu nome. Nome que nos deste como selo em nossos corações, quando fomos transportados de um reino, onde só havia sofrimento e desesperança, para o Reino do seu amado Filho, Cristo Jesus. Clamamos em favor daqueles que ainda precisam ser alcançado. Oramos em nome de Jesus. Amém.
Adolpho Salgado

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

OS CUIDADOS DE DEUS COM O SEU POVO



Leia 2 Crônicas 7:14

Somos o povo de Deus, a Igreja. “... chamarei meu povo ao que não era meu povo; e amada, à que não era amada” (Romanos 9:25). Somos a Israel de Deus (Gálatas 3:26-29), e assim como Deus conhecia bem o povo de Israel e sabia de suas dificuldades e provia libertação, assim é conosco; ora recebemos com abundância os  favores de Deus, e ora enfrentamos barreiras por causa da nossa infidelidade.
O texto acima é tão importante para o povo judeu, como também é importante para nós. Deus, também, está falando para nós hoje: “... se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar e orar, buscar a minha face e se afastar dos seus maus caminhos, dos céus o ouvirei, perdoarei o seu pecado e sararei a sua terra” (2 Crônicas 7:14).
Em espírito de oração, quero preparar uma série de mensagens simples, para juntos meditarmos neste texto tão precioso para o nosso coração. Aguardem.

Oremos: Amado Pai celestial. Relendo o texto de 2 Crônicas 7:14 sentimos o teu cuidado para conosco. Ajuda-nos, a fim de que as  mensagens a serem preparadas venham edificar a muitos, e seja o teu nome exaltado.
Adolpho Salgado

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

NATAL, UMA BOA NOVA DE GRANDE ALEGRIA

O Natal é a celebração do nascimento de Jesus, o Filho de Deus. Muitos cristãos hesitam em comemorar o Natal e outros chegam mesmo a fazer oposição a essa comemoração, em virtude de não sabermos, com exatidão, a data precisa em que aconteceu esse fato auspicioso. Ainda outros desaconselham a celebração do Natal em virtude dos vários adendos acrescidos à festividade como presépio, árvore enfeitada e Papai Noel. Entendemos, que esses acréscimos não fazem parte do verdadeiro Natal e não devem distrair nossa atenção. Precisamos, portanto, resgatar o verdadeiro sentido do Natal e devolvê-lo a seu verdadeiro dono, Jesus Cristo, nosso Salvador.
A celebração do Natal é legítima, pois o primeiro Natal foi motivo de festa no céu e na terra, comemorado pelos anjos e pelos homens. A grande notícia anunciada pelo anjo do Senhor, aos pastores de Belém foi: "Não temais; eis aqui vos trago boa-nova de grande alegria, que o será para todo o povo: é que hoje vos nasceu, na cidade de Davi, o Salvador, que é Cristo, o Senhor" (Lc 2.10,11). Natal é a verdade bendita de que o Eterno entrou no tempo, Deus se fez homem e o Senhor dos senhores se fez servo. Natal é o cumprimento do plano da redenção, traçado nos refolhos da eternidade. Natal é a concretização da promessa do Pai e o cumprimento das profecias anunciadas pelos patriarcas e profetas. Natal é a consumação da esperança de Israel. Na plenitude dos tempos, o Cristo de Deus, nasceu de mulher, nasceu sob a lei, para nos redimir dos nossos pecados.
Natal não é festa gastronômica.
Natal não é o comércio guloso capitaneado pelo velho bojudo de barbas brancas. Natal não é troca de presentes nem ruas enfeitadas com cores policromáticas. Natal é a luz do céu invadindo a escuridão da terra. Natal é o Verbo eterno de Deus, se fazendo carne para habitar entre nós, cheio de graça e de verdade. Natal é o Deus que nem o céu dos céus pode contê-lo esvaziando-se, a ponto de nascer como um bebê numa pobre vila da Judéia. Natal é o criador e dono do universo despojando-se de sua glória para calçar as sandálias da humildade, fazendo-se pobre para tornar-nos ricos. Natal é a proclamação embalada nas asas da alegria, anunciando que Jesus é o Salvador do mundo, o Messias prometido, o Senhor do universo.
Natal é a evidência mais eloquente do amor de Deus aos pecadores.
Quando Deus criou o universo, fê-lo pela palavra do seu poder. Quando Deus criou o homem, colocou a mão no barro. Porém, quando Deus desceu para resgatar o homem entrou no barro, pois o Verbo se fez carne, vestiu pele humana e armou sua tenda entre nós. Natal é a consumação da maior dádiva de Deus ao homem. Deus amou o mundo e deu seu Filho Unigênito para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. Deu-o não a quem merece, mas a pecadores indignos. Deu-o não para ser exaltado entre os homens, mas para ser cuspido por eles. Deu-o não para entrar na história como o Rei da glória, mas para carregar a cruz maldita, como servo sofredor. Deu-o não na última hora, mas desde a eternidade!
Natal é a festa da salvação.
É a celebração que nos remete ao plano eterno de Deus, quando a própria Trindade, no recôndito dos tempos eternos, decidiu nos amar e nos destinar para a salvação. Nesse projeto divino, o Pai envia o Filho e o Filho se submete ao Pai. Nesse decreto eterno, o Pai escolhe um povo e o dá como presente a seu Filho. O Filho deixa a glória que sempre teve com o Pai e desce para morrer em favor desse povo. O Espírito Santo, regenera e sela esse povo como propriedade exclusiva de Cristo. Agora, nós, povo de Deus, povo redimido, alcançado pela graça, devemos exaltar pelos séculos sem fim, o Cordeiro de Deus, por tão grande salvação. Que o Natal de Jesus seja celebrado por todos nós, com fervor efusivo, com alegria indizível e com entusiasmo sem igual!
Escrito por Rev. Hernandes Dias Lopes