sábado, 9 de fevereiro de 2013

AME AQUELES QUE DEMONSTRAM ANIMOSIDADE EM RELAÇÃO A VOCÊ




Estudo sob o tema: Amor Fraternal - 5ª Parte
Leia Mateus 5:44

A palavra “inimigo” não se adapta a qualquer significado limitado ou conveniente, senão simplesmente referindo-se àqueles de quem particularmente possamos não gostar. O mandamento de amar nossos inimigos significa muito mais do que simplesmente mudar nossos sentimentos em relação às pessoas com quem não nos damos bem.
Preferivelmente, “inimigo” (gr. echthros) significa “adversário ou inimigo” e refere-se àqueles cujas ações e palavras manifestam ódio por você: o parente não consangüíneo que não quer falar com você, o colega que tentou fazer com que você fosse demitido. Devemos amar aqueles que demonstram animosidade contra nós. Jesus não dá espaço a especulações nessa passagem, ordenando amar aqueles que nos odeiam, desprezam e perseguem.
Esse amor só é possível mediante o poder de Jesus Cristo, que amou dessa maneira e agora procura maneiras de amar de novo às pessoas cheias de ódio que o atacam na medida em que se opõem aos outros.
Demos Shakarian – Bíblia de Estudo Plenitude, página 955 – Sociedade Bíblica do Brasil.

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

PARA APROXIMAR-SE DE DEUS, AME OS OUTROS




Para Aproximar-se de Deus, ame os outros.
Estudo sob o tema: Amor Fraternal – 3ª parte
Leia o Salmo 15:3

No Salmo 15, Davi pergunta a Deus quais são as qualificações necessárias para morar no seu tabernáculo (v.1). A resposta de Deus revela que para “habitar” na sua presença e propósito é preciso, primeiramente, que haja a determinação de viver um forte relacionamento com outras pessoas. Se você espera ter um relacionamento vigoroso com Deus, determine-se a conduzir a sua vida num relacionamento correto com os outros!
Deus instrui Davi: 1.) a falar gentilmente com o seu próximo;  2.) a nunca fazer fofoca ou dizer qualquer coisa para destruir a reputação de alguém; 3.) a de maneira alguma fazer algo para machucar outras pessoas; 4.) e por fim, Deus adverte Davi para que não aceite “afronta” contra o seu próximo. “Afronta” (hebr. Cherpah) significa “culpa, desonra, descrédito ou vergonha”. Se já o Antigo Testamento ensina que aquele que deseja estar mais próximo de Deus deve priorizar o amor aos outros, então o mandamento do Novo Testamento  “amar o próximo como a ti mesmo” (Romanos 13:9) é certamente vital para o nosso relacionamento com o Pai celeste hoje.
Demos Shakarian - Bíblia de Estudo Plenitude, página  543 – Sociedade Bíblica do Brasil

sábado, 2 de fevereiro de 2013

O AMOR ACEITA AQUELES QUE FALHARAM CONTRA NÓS



Estudo sob o tema: Amor Fraternal – 2ª Parte

Leia Gênesis 45:4

Deus espera que demonstremos um amor perdoador e expressivo àqueles que falharam contra nós.



A história de José é um dos primeiros relatos da natureza perdoadora que Deus espera que demonstremos em nosso relacionamento com aqueles que falharam contra nós. É um exemplo singular do amor semelhante ao de Cristo. Embora os irmãos de José o tenham vendido como escravo e enganado o seu pai ao induzi-lo a pensar que José estivesse morto, quando ele se confronta com os seus irmãos no tempo da sua necessidade, o seu perdão e amor jorram do seu coração. Com uma fé sobrenatural na providência divina, ele até confessa a sua certeza de que Deus utilizou a traição dos seus irmãos contra ele como um meio para libertar a sua família durante o período da fome (v.7). O perdão de José em relação aos pecados dos seus irmãos é tão completo que ele beija todos eles e chora de alegria quando se acha unido com eles de novo. O perdão fraternal é expressivo, altruísta, e é concedido de forma que ajuda a quem o recebe. (Demos Shakarian)
Extraído da Bíblia de Estudo Plenitude, página 56 – Sociedade Bíblica do Brasil.

RESPONSABILIDADE DE UNS PELOS OUTROS



Estudo sob o tema: Amor Fraterno – 1ª Parte
Leia Gênesis 4:9
Nós somos responsáveis pela maneira como tratamos os nossos irmãos e irmãs (de sangue e espirituais).

O tema do amor fraterno ocorre muito cedo na Escritura; desde o início, fica claro que Deus coloca uma alta prioridade na maneira como os irmãos se relacionam. Nesta passagem, a questão da responsabilidade de um pelo outro surge pela primeira vez. Caim pergunta: “Sou eu guardador do meu irmão?” O termo usado para “guardador” (hebr. Shamar) significa “guardar, proteger, prestar atenção, ou considerar”. Somos nós responsáveis pelos outros? “Sem sombra de dúvidas”, é a resposta de Deus. Nós não somente somos guardadores do nosso irmão, como também somos responsáveis pelo nosso tratamento e pela nossa maneira de relacionar-se com os nossos irmãos (de sangue e espirituais).
Em virtude do pecado de Caim contra o seu irmão, Deus o amaldiçoa em toda terra, retira a sua habilidade para o cultivo da terra e  o sentencia a uma vida como fugitivo e errante (v.12). Isto indica claramente que a falta de amor fraterno destina a pessoa à esterilidade e ausência de propósito na vida. (Demos Shakarian)
Transcrito da Bíblia de Estudo Plenitude, página 10 – Sociedade Bíblica do Brasil.

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

O FILHO PRÓDIGO E SUA RECONCILIAÇÃO COM O PAI




Nas palavras simples de Jesus há ensinamentos profundos. O Pai nesta parábola nunca havia desistido deste seu filho rebelde. O filho fez sua trajetória pelo mundo, passando pela frustração da perda de tudo o que tinha; depois passou pela humilhação e a fome. O pai, contudo, o perdoou e restituiu-lhe tudo o que ele havia perdido, bem como todos os seus direitos de filho.
O mesmo procedimento tem o Senhor com aquele que sai do mundanismo e se põe a caminho de regresso ao Pai. O Senhor diz: “... Com amor eterno te amei; com benignidade te atraí” (Jeremias 31:3).
O filho pródigo totalmente sem jeito e envergonhado, quis falar ao pai tudo o que havia proposto em seu coração, para que o pai o recebesse como um de seus servos. As palavras daquele filho, porém, foram sufocadas num abraço e num ósculo emocionante do pai. Nesse dia, o dia da reconciliação, aquele filho recebeu de seu pai quatro coisas importantes:
ROUPAS NOVAS: “Tragam a melhor roupa e vistam nele...” Após um bom banho, para tirar a sujeira do mundanismo, o filho recebe roupas novas, num claro recado de Cristo mostrando a necessidade de despir-se do velho homem e vestir-se do novo (Efésios 4:22-24).
ANEL NO DEDO: “Coloquem um anel em seu dedo”. Anel é sinal de autoridade. Agora, aquele filho não era mais dominado; pelo contrário, tinha domínio sobre a sua vida.
CALÇADO PARA OS PÉS: “Coloquem calçado em seus pés”. Pés descalços eram próprios dos escravos. Aquele filho havia deixado a escravidão.
BANQUETE DE HONRA: “Tragam o novilho gordo e matem-no; vamos fazer uma festa...” A participação entorno de uma mesa farta, diz respeito a intimidade do filho com o pai.
É assim que nosso Pai celestial vai nos receber. “As coisas que o olho não viu, e o ouvido não ouviu, e não subiram ao coração do homem, são as que Deus preparou para os que o amam” (1 Coríntios 2:9).
Com esta mensagem, encerrando a série sobre a “Parábola do Filho Pródigo”, quero citar o texto da Bíblia, onde Deus através de seus servos, os mensageiros do Evangelho, faz um forte apelo para que todos se conciliem com ele: “Tudo isso provêm de Deus, que nos reconciliou consigo mesmo por meio de Cristo e nos deu o ministério da reconciliação, ou seja, que Deus em Cristo estava reconciliando consigo o mundo, não levando em conta os pecados dos homens, e nos confiou a mensagem da reconciliação. Portanto, somos embaixadores de Cristo, como se Deus estivesse fazendo o seu apelo por nosso intermédio. Por amor de Cristo lhes suplicamos: Reconciliem-se com Deus”.  Na realidade Deus não desiste de nós.

Amado Pai celestial! Todos nós andávamos como ovelhas desgarradas, trilhando caminhos errados, fazendo coisas abomináveis aos teus olhos. No entanto, naquela cruz, tu fizeste cair sobre teu amado Filho, todos os nossos pecados. Assim, pudemos ser perdoados e reconciliados contigo, bem como, restaurado nossa posição de filhos. Com nossa gratidão, oramos em nome de Jesus.
Adolpho Salgado