sábado, 22 de junho de 2013

POUCO PÃO E POUCA ÁGUA

Série: "O Senhor nos prova na escacez de recursos"

Leia Gênesis 21:9-21

Abraão e Sara vacilaram; e nasceu Ismael, filho de Abraão com Hagar, escrava de Sara. Ismael, porém, não era o herdeiro de Abraão prometido pelo Senhor. "O Senhor visitou Sara (que era estéril), e lhe fez como havia prometido. Sara concebeu, e deu a Abraão um filho na sua velhice, ao tempo determinado, de que Deus lhe falara" (vs. 1-2). Este filho era Isaque, o filho de Abraão com Sara; o herdeiro prometido por Deus.

Abraão teve que despedir Hagar e a seu filho Ismael. Hagar e o menino andaram errantes pelo deserto, até que acabou a água e o pão, que havia sido dado por Abraão. Hagar vendo seu filho se definhando com fome e com sede, e sem nada poder fazer naquele deserto, deixou-o debaixo de um arbusto, e assentando-se um pouco a frente, e chorava amargamente vendo o seu filho em agonia.

Deus, porém, estava atento às aflições de Hagar e seu filho Ismael, e enviou um anjo a fim de consolá-los e lhes anunciar promessas, dizendo: "Ergue-te o menino e toma-o pela mão, pois dele farei uma grande nação" (vs.18). Deus proveu àquela mãe e a seu filho, em pleno deserto. Ismael, debaixo da benção de Deus, prosperou de uma maneira fantástica. Seus descendentes ocupam hoje uma área, grande e muito próspera, entre os países árabes.

Muitas mães nos nossos dias, precisando assumir as funções de mãe e de pai, enfrentam seus desertos de aflições, junto com seus filhos pequenos; e como Hagar, não sabem o que fazer, a não ser chorar e esperar por um milagre de Deus.

Este episódio, envolvendo Hagar e seu filho Ismael, deixa às mães e a todos nós, uma certeza de que Deus está conosco, atento às nossas aflições, e quer cuidar de nós, quer em tempo de refrigérios, quer enfrentando os nossos desertos. E, ele tem ricas promessas para nós. Não tema, nem se desespere.

Adolpho





 

segunda-feira, 17 de junho de 2013

TOQUE O MUNDO INTEIRO PELA ORAÇÃO

 

A oração tem um caráter universal. Você pode tocar o mundo inteiro pela oração. O apóstolo Paulo trata desta verdade com diáfana clareza (1Tm 2.1-3).

1. A primazia da oração (1Tm 2.1a). "Antes de tudo, pois, exorto que se use a prática de súplicas…". As palavras próton pánton "antes de tudo", indicam primazia de importância e não de tempo. A oração não é um apêndice no culto, mas parte vital dele. Os apóstolos entenderam a primazia da oração, quando decidiram: "Quanto a nós, nos consagraremos à oração e ao ministério da palavra" (At 6.4).

2. A variedade da oração (2.1b). "… que se use a prática de súplicas, orações, intercessões, ações de graças…". Muito embora o objetivo de Paulo é insistir na centralidade da oração mais do que numa análise de seus tipos, o apóstolo usa aqui quatro formas de oração.

Primeiro, as "súplicas". Elas estão relacionadas à apresentação de um pedido ou uma necessidade a Deus. A ideia fundamental da palavra grega deesis, é um sentimento de necessidade. A oração começa com esse sentimento de nossa total dependência de Deus. Oração é a insuficiência humana aproximando-se da suficiência divina.

Segundo, as "orações". Designam o movimento da alma em direção a Deus. As orações são um ato de adoração a Deus, exaltando-o pela excelência de seus atributos e rogando a ele pela grandeza de suas misericórdias.

Terceiro, as "intercessões". Elas estão relacionadas com a súplica em favor de alguém ou de alguma coisa. A palavra grega enteuxis traz a ideia de entrar na presença do rei para lhe fazer uma petição. Portanto, nenhum pedido é grande demais para ele. Para Deus não há impossíveis!

Quarto, as "ações de graças". Elas tratam da nossa gratidão a Deus pelo que ele tem feito. A palavra grega eucaristia, deixa claro que orar não é apenas aproximar-se de Deus para adorá-lo por quem ele é, e rogar a ele suas bênçãos, mas, também, e sobretudo, agradecê-lo pelo que ele tem feito.

3. O alcance da oração (2.1c,2). "… em favor de todos os homens, em favor dos reis e de todos os que se acham investidos de autoridade…". A oração transpõe todas as barreiras geográficas, culturais e religiosas. Paulo destaca três alcances da oração:

Primeiro, "em favor de todos os homens". Isso significa que nenhuma pessoa está fora da esfera das nossas orações. Devemos orar pelos salvos e não salvos; pelos irmãos e até pelos inimigos. A expressão "todos os homens" neste contexto significa todos os homens sem distinção de raça, nacionalidade ou posição social e não todos os homens individualmente, tomados por um.

Segundo, "em favor dos reis". Mesmo que essas autoridades sejam perversas, como era o caso do imperador Nero, devemos orar por elas. Mesmo que pessoalmente sejam pessoas indignas, a posição que ocupam merece nosso respeito e deve ser objeto das nossas orações.

Terceiro, "em favor dos que se acham investidos de autoridade". A Bíblia é clara em afirmar que toda autoridade procede de Deus e é ministro de Deus para coibir o mal e promover o bem (Rm 13.1-3). Em vez de falar mal das autoridades, devemos orar por elas.

4. Os propósitos da oração (2.2b,3). Com que propósito devemos orar? Devemos orar para vivermos uma vida tranquila e mansa. A vida tranquila refere-se a uma vida livre de inquietudes externas, enquanto a vida mansa é uma vida que está livre de perturbações internas. Devemos orar para vivermos com toda piedade e respeito. Devemos orar porque isto agrada a Deus. O Pai se agrada de ver seus filhos orando e vivendo em sua dependência. O Pai se agrada em ver seus filhos colocando-se na brecha em favor de todos os homens, bem como dos reis e das demais autoridades constituídas.

Rev. Hernandes Dias Lopes

quarta-feira, 12 de junho de 2013

A GRAÇA DA REGENERAÇÃO

“Ele nos salvou mediante o lavar regenerador e renovador do Espírito Santo”(Tito 3.5).

O pecado trouxe consigo a morte. O vírus letal do pecado infectou toda humanidade. Afetou o ser humano na sua totalidade, matou o homem. O intelecto do homem ficou danificado, sua vontade escravizada e sua emoção poluída. Sua inclinação natural é avessa à vontade de Deus. O homem nem busca, nem entende Deus.

Seu espírito nasce morto, o coração empedernido e o entendimento obscurecido pelo engano do pecado. De sorte que, o homem, não pode salvar a si mesmo. Porém, aquilo que era, é e sempre será impossível aos homens, Deus realiza por intermédio de seu Espírito. É Deus quem efetua o novo nascimento, quem concede vida àqueles que estão mortos nos delitos e pecados.

É Deus quem implanta o princípio ou a semente da nova vida, quem efetua em nós tanto o querer quanto o realizar. Sua ação graciosa suplanta a inclinação carnal por uma disposição espiritual. A graça da regeneração é que habilita o homem a crer no Senhor Jesus, a arrepender-se de seus pecados e a converter-se de seus maus caminhos. Sem a graça da regeneração ninguém teria condição de entrar no reino de Deus.

Senhor Deus, a tua graça é indispensável. Não há quem, naturalmente, busque a ti. Tu és o Deus que busca, salva e transforma. Louvado sejas por este presente! Em nome de Jesus. Amém.
www.lpc.org.br/cada-dia


VIDA RESSURRETA

"...e nos ressuscitou juntamente com ele, e nos fez assentar nas regiões celestiais, em Cristo Jesus" (Efésios 2:6).
 
O cristão verdadeiro não é aquele que apenas é membrado, ou firmado, nesta ou naquela igreja. A Bíblia diz: "Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram, eis que tudo se fez novo" (2Coríntios 5:17). O verdeiro cristão é aquele que vive uma vida ressurreta, em Cristo Jesus. A Bíblia diz que quando Cristo foi levantado na cruz ele atraiu a todos nós. Diz, também, que todos nós fomos imergidos em sua morte, e que nossa velha criatura foi com ele crucificado para que o corpo do pecado seja desfeito. (leia João 12:31-32; Romanos 6:3-6,11). Devemos crer nas Escrituras, crer na grande obra redentora de Deus em Cristo Jesus na cruz do calvário; aceitar isto em nosso coração e declarar essas verdades com nosso boca, conforme o que está escrito em Romanos 10:9-10 "...se com a tua boca confessares ao Senhor Jesus, e em teu coração creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos, serás salvo. Visto que com o coração se crê para a justiça, e com a boca se faz confissão para a salvação". Assim fazendo o Espírito Santo vai transformando nossa auto-imagem, conformando-a à imagem de Cristo. A vida ressurreta diz respeito: +A um novo poder íntimo. "Portanto, fomos sepultado com ele na morte por meio do batismo, a fim de que, assim como Cristo foi ressuscitado dos mortos mediante a glória do Pai, também nós vivamos uma vida nova" (Romanos 6:4). +A semelhança que temos com Cristo. "Trazemos sempre em nosso corpo o morrer de Jesus, para que a vida de Jesus também seja revelada em nosso corpo. Pois nós, que estamos vivos, somos sempre entregues à morte por amor a Jesus, para que a sua vida também se manifeste em nosso corpo mortal" (2 Coríntios 5:10-11). +A nossa devoção a um novo Senhor. "...para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho, nos céus, na terra e debaixo da terra, e toda língua confesse que Jesus Cristo é o Senhor, para glória de Deus Pai" (Filipenses 2:10-11). +A uma vida com ambição celestial. "Portanto, já que vocês ressuscitaram com Cristo, procurem as coisas que são do alto, onde Cristo está assentado à direita de Deus. Mantenham o pensamento nas coisas do alto, e não nas coisas terrenas" (Colossenses 3:1-2). +A certeza da glória futura. "Todavia, Deus que é rico em misericórdia, pelo grande amor com que nos amou, deu-nos vida com Cristo, quando ainda estávamos mortos em transgressões (...) Deus nos ressuscitou com Cristo e com ele nos fez assentar nos lugares celestiais em Cristo Jesus, para motrar, nas eras que hão de vir, a incomparável riqueza de sua graça, demostrada em sua bondade para conosco em Cristo Jesus. Olho nenhum viu, ouvido nenhum ouviu, mente nenhuma imaginou o que Deus preparou para aqueles que o amam" (Efésios 2:4-7; 1 Coríntios 2:9). Se, humildemente, aceitarmos o trabalho do Espírito Santo em nossa vida, vamos sendo transformados, e refletindo a glória do Senhor a todos aqueles que nos rodeiam. Adolpho Salgado

segunda-feira, 20 de maio de 2013

BATISMO NAS ÁGUAS, UMA ALEGRIA PARA A IGREJA


“Os que de bom grado receberam a sua palavra foram batizados...” (Atos 2:41).

Assim, todos os que ouviram e creram no evangelho iam sendo batizados, começando pelas quase três mil pessoas na primeira pregação do Apóstolo Pedro, no dia de Pentecostes. Depois os que foram convertidos em Samaria (Atos 8:12);  o ministro do governo da Etiópia e também Saulo de Tarso (Atos 8:38; 9:18). Foram batizados também todos da família de Lídia, na cidade de Tiatira, bem como todos da família do carcereiro da cidade de Filipos (Atos 16:15, 33); e também os crentes da cidade de Corinto e Éfeso (Atos 18:8; 19:5). Podemos imaginar a grande multidão de pessoas que aceitaram a Cristo como Senhor e Salvador, e com alegria foram batizadas nas águas, através de todos esses séculos, até os nossos dias.
Assim, com muita alegria também, acrescentamos a essa multidão, os jovens: Israel e Maria Vitória, filhos Paulo e Vânia; Alessandra Maria, filha de Alexandro e Isabel; Jéssica Ferreira, filha de Aparecida Ferreira; e também Carlos Guilherme de Castro Silva.
Todos esses irmãos, no dia de ontem (19.05.2013), durante um culto festivo e cheio da unção do Senhor, desceram às águas do batismo, na ICP TAUBATÉ.
Nossa oração a Deus é para que estes irmãos, amados de todos nós, agora membros da Igreja que é o Corpo de Cristo, sejam aperfeiçoados dia após dia, para serem testemunhos da graça de Deus, junto às suas respectivas famílias e junto à sociedade.
Adolpho Salgado – pastor

segunda-feira, 6 de maio de 2013

RESTAURAÇÃO



Uma palavra às famílias
“Mas, se confessarmos os nossos pecados a Deus, ele cumprirá a sua promessa e fará o que é correto; ele perdoará os nossos pecados e nos limpará de toda maldade” (1 João 1:9)

Alguns pecados que cometemos passam até despercebidos; outros, entretanto, aparentemente, ferem a nossa alma. O sentimento de culpa pode nos acompanhar por muito tempo e tirar a nossa alegria de viver. Tentar esconder o pecado não elimina e não atenua a culpa. O texto da Primeira Carta de João, capítulo 1, versículo 8, nos diz: “Se dizemos que não temos pecados, estamos nos enganando, e não há verdade em nós”.
O primeiro passo para nos livrarmos do sentimento de culpa é reconhecer que cometemos um pecado que desagradou a Deus. O próximo passo é confessar ao Senhor os nossos pecados, admitindo sinceramente a nossa culpa. O texto bíblico nos garante que, se confessarmos os nossos pecados, Deus “perdoará os nossos pecados e nos limpará de toda maldade”. Jesus garantiu-nos o perdão com sua morte na cruz. Aceitando e confiando nesse perdão, poderemos sentir alívio e paz.
Texto de Jaime Kemp – Extraído da Bíblia da Família, página 1334 – Sociedade Bíblica do Brasil.

quarta-feira, 1 de maio de 2013

DIA DO TRABALHO, DIA DO TRABALHADOR




Primeiro dia de maio é uma data comemorativa em nosso calendário, homenageando os trabalhadores. Data que lembra suas grandes reivindicações do passado e suas conquistas a preço de muitas lutas, quando muitos trabalhadores perderam suas vidas. Nesta data devemos refletir a respeito de tudo o que aconteceu no passado, e que reflete em nossa vida, hoje.
Se os homens orientassem suas vidas pelas Sagradas Escrituras haveria, em todo tempo, harmonia perfeita entre empregadores e empregados.
Com respeito aos empregadores vejam o que está escrito: Os empregadores devem pagar pontualmente os salários de seus empregados (Deuteronômio 24:15). Eles devem ter auto estima por seus empregados (Jó  21:13-14). Também não devem tratá-los com ameaças (Efésios 6:9). Devem tratá-los com justiça (Colossenses  4:1).
O Senhor também aponta como pecado: O atraso no pagamento e o exigir que seus empregados trabalhem sem o devido salário (Levítico 19:13; Jeremias 3 2:13). Também quando é recusado aos empregados seu justo salário, ou a retenção, de maneira fraudulenta daquilo que lhe é devido (Malaquias 3:5; Tiago 5:4).
Com respeito aos empregados vejam o que está escrito: Os empregados devem ser fiéis aos seus empregadores (Provérbios 25:13; 27:18; Mateus 24:45). Devem ser obedientes a eles (Efésios  6:5; Colossenses 3:22). Devem considerar seus empregadores dignos de honra (1 Timóteo 6:1). Devem fazer tudo para agradar seus empregadores (Tito 2:9). Devem agir com paciência e prudência com aqueles empregadores que apresentam dificuldades no relacionamento (1 Pedro 2:18).
Tanto empregadores como empregados devem entender que são trabalhadores, servindo aos interesses de Deus, nosso Criador, e à nação que abriga milhares e até milhões de famílias que precisam subsistir.
Neste dia, o Dia do Trabalho, aqueles que seguem a Cristo estão orando para que empregadores e empregados vivam em perfeita harmonia e tragam grandes benefícios a nossa nação e às nossas famílias.
Adolpho Salgado