Série: "O Senhor nos prova na escacez de recursos"
Leia Gênesis 21:9-21
Abraão e Sara vacilaram; e nasceu Ismael, filho de Abraão com Hagar, escrava de Sara. Ismael, porém, não era o herdeiro de Abraão prometido pelo Senhor. "O Senhor visitou Sara (que era estéril), e lhe fez como havia prometido. Sara concebeu, e deu a Abraão um filho na sua velhice, ao tempo determinado, de que Deus lhe falara" (vs. 1-2). Este filho era Isaque, o filho de Abraão com Sara; o herdeiro prometido por Deus.
Abraão teve que despedir Hagar e a seu filho Ismael. Hagar e o menino andaram errantes pelo deserto, até que acabou a água e o pão, que havia sido dado por Abraão. Hagar vendo seu filho se definhando com fome e com sede, e sem nada poder fazer naquele deserto, deixou-o debaixo de um arbusto, e assentando-se um pouco a frente, e chorava amargamente vendo o seu filho em agonia.
Deus, porém, estava atento às aflições de Hagar e seu filho Ismael, e enviou um anjo a fim de consolá-los e lhes anunciar promessas, dizendo: "Ergue-te o menino e toma-o pela mão, pois dele farei uma grande nação" (vs.18). Deus proveu àquela mãe e a seu filho, em pleno deserto. Ismael, debaixo da benção de Deus, prosperou de uma maneira fantástica. Seus descendentes ocupam hoje uma área, grande e muito próspera, entre os países árabes.
Muitas mães nos nossos dias, precisando assumir as funções de mãe e de pai, enfrentam seus desertos de aflições, junto com seus filhos pequenos; e como Hagar, não sabem o que fazer, a não ser chorar e esperar por um milagre de Deus.
Este episódio, envolvendo Hagar e seu filho Ismael, deixa às mães e a todos nós, uma certeza de que Deus está conosco, atento às nossas aflições, e quer cuidar de nós, quer em tempo de refrigérios, quer enfrentando os nossos desertos. E, ele tem ricas promessas para nós. Não tema, nem se desespere.
Adolpho
sábado, 22 de junho de 2013
segunda-feira, 17 de junho de 2013
TOQUE O MUNDO INTEIRO PELA ORAÇÃO
A oração tem um caráter universal. Você pode tocar o mundo inteiro pela oração. O apóstolo Paulo trata desta verdade com diáfana clareza (1Tm 2.1-3).
1. A primazia da oração (1Tm 2.1a). "Antes de tudo, pois, exorto que se use a prática de súplicas…". As palavras próton pánton "antes de tudo", indicam primazia de importância e não de tempo. A oração não é um apêndice no culto, mas parte vital dele. Os apóstolos entenderam a primazia da oração, quando decidiram: "Quanto a nós, nos consagraremos à oração e ao ministério da palavra" (At 6.4).
2. A variedade da oração (2.1b). "… que se use a prática de súplicas, orações, intercessões, ações de graças…". Muito embora o objetivo de Paulo é insistir na centralidade da oração mais do que numa análise de seus tipos, o apóstolo usa aqui quatro formas de oração.
Primeiro, as "súplicas". Elas estão relacionadas à apresentação de um pedido ou uma necessidade a Deus. A ideia fundamental da palavra grega deesis, é um sentimento de necessidade. A oração começa com esse sentimento de nossa total dependência de Deus. Oração é a insuficiência humana aproximando-se da suficiência divina.
Segundo, as "orações". Designam o movimento da alma em direção a Deus. As orações são um ato de adoração a Deus, exaltando-o pela excelência de seus atributos e rogando a ele pela grandeza de suas misericórdias.
Terceiro, as "intercessões". Elas estão relacionadas com a súplica em favor de alguém ou de alguma coisa. A palavra grega enteuxis traz a ideia de entrar na presença do rei para lhe fazer uma petição. Portanto, nenhum pedido é grande demais para ele. Para Deus não há impossíveis!
Quarto, as "ações de graças". Elas tratam da nossa gratidão a Deus pelo que ele tem feito. A palavra grega eucaristia, deixa claro que orar não é apenas aproximar-se de Deus para adorá-lo por quem ele é, e rogar a ele suas bênçãos, mas, também, e sobretudo, agradecê-lo pelo que ele tem feito.
3. O alcance da oração (2.1c,2). "… em favor de todos os homens, em favor dos reis e de todos os que se acham investidos de autoridade…". A oração transpõe todas as barreiras geográficas, culturais e religiosas. Paulo destaca três alcances da oração:
Primeiro, "em favor de todos os homens". Isso significa que nenhuma pessoa está fora da esfera das nossas orações. Devemos orar pelos salvos e não salvos; pelos irmãos e até pelos inimigos. A expressão "todos os homens" neste contexto significa todos os homens sem distinção de raça, nacionalidade ou posição social e não todos os homens individualmente, tomados por um.
Segundo, "em favor dos reis". Mesmo que essas autoridades sejam perversas, como era o caso do imperador Nero, devemos orar por elas. Mesmo que pessoalmente sejam pessoas indignas, a posição que ocupam merece nosso respeito e deve ser objeto das nossas orações.
Terceiro, "em favor dos que se acham investidos de autoridade". A Bíblia é clara em afirmar que toda autoridade procede de Deus e é ministro de Deus para coibir o mal e promover o bem (Rm 13.1-3). Em vez de falar mal das autoridades, devemos orar por elas.
4. Os propósitos da oração (2.2b,3). Com que propósito devemos orar? Devemos orar para vivermos uma vida tranquila e mansa. A vida tranquila refere-se a uma vida livre de inquietudes externas, enquanto a vida mansa é uma vida que está livre de perturbações internas. Devemos orar para vivermos com toda piedade e respeito. Devemos orar porque isto agrada a Deus. O Pai se agrada de ver seus filhos orando e vivendo em sua dependência. O Pai se agrada em ver seus filhos colocando-se na brecha em favor de todos os homens, bem como dos reis e das demais autoridades constituídas.
Rev. Hernandes Dias Lopes
A oração tem um caráter universal. Você pode tocar o mundo inteiro pela oração. O apóstolo Paulo trata desta verdade com diáfana clareza (1Tm 2.1-3).
1. A primazia da oração (1Tm 2.1a). "Antes de tudo, pois, exorto que se use a prática de súplicas…". As palavras próton pánton "antes de tudo", indicam primazia de importância e não de tempo. A oração não é um apêndice no culto, mas parte vital dele. Os apóstolos entenderam a primazia da oração, quando decidiram: "Quanto a nós, nos consagraremos à oração e ao ministério da palavra" (At 6.4).
2. A variedade da oração (2.1b). "… que se use a prática de súplicas, orações, intercessões, ações de graças…". Muito embora o objetivo de Paulo é insistir na centralidade da oração mais do que numa análise de seus tipos, o apóstolo usa aqui quatro formas de oração.
Primeiro, as "súplicas". Elas estão relacionadas à apresentação de um pedido ou uma necessidade a Deus. A ideia fundamental da palavra grega deesis, é um sentimento de necessidade. A oração começa com esse sentimento de nossa total dependência de Deus. Oração é a insuficiência humana aproximando-se da suficiência divina.
Segundo, as "orações". Designam o movimento da alma em direção a Deus. As orações são um ato de adoração a Deus, exaltando-o pela excelência de seus atributos e rogando a ele pela grandeza de suas misericórdias.
Terceiro, as "intercessões". Elas estão relacionadas com a súplica em favor de alguém ou de alguma coisa. A palavra grega enteuxis traz a ideia de entrar na presença do rei para lhe fazer uma petição. Portanto, nenhum pedido é grande demais para ele. Para Deus não há impossíveis!
Quarto, as "ações de graças". Elas tratam da nossa gratidão a Deus pelo que ele tem feito. A palavra grega eucaristia, deixa claro que orar não é apenas aproximar-se de Deus para adorá-lo por quem ele é, e rogar a ele suas bênçãos, mas, também, e sobretudo, agradecê-lo pelo que ele tem feito.
3. O alcance da oração (2.1c,2). "… em favor de todos os homens, em favor dos reis e de todos os que se acham investidos de autoridade…". A oração transpõe todas as barreiras geográficas, culturais e religiosas. Paulo destaca três alcances da oração:
Primeiro, "em favor de todos os homens". Isso significa que nenhuma pessoa está fora da esfera das nossas orações. Devemos orar pelos salvos e não salvos; pelos irmãos e até pelos inimigos. A expressão "todos os homens" neste contexto significa todos os homens sem distinção de raça, nacionalidade ou posição social e não todos os homens individualmente, tomados por um.
Segundo, "em favor dos reis". Mesmo que essas autoridades sejam perversas, como era o caso do imperador Nero, devemos orar por elas. Mesmo que pessoalmente sejam pessoas indignas, a posição que ocupam merece nosso respeito e deve ser objeto das nossas orações.
Terceiro, "em favor dos que se acham investidos de autoridade". A Bíblia é clara em afirmar que toda autoridade procede de Deus e é ministro de Deus para coibir o mal e promover o bem (Rm 13.1-3). Em vez de falar mal das autoridades, devemos orar por elas.
4. Os propósitos da oração (2.2b,3). Com que propósito devemos orar? Devemos orar para vivermos uma vida tranquila e mansa. A vida tranquila refere-se a uma vida livre de inquietudes externas, enquanto a vida mansa é uma vida que está livre de perturbações internas. Devemos orar para vivermos com toda piedade e respeito. Devemos orar porque isto agrada a Deus. O Pai se agrada de ver seus filhos orando e vivendo em sua dependência. O Pai se agrada em ver seus filhos colocando-se na brecha em favor de todos os homens, bem como dos reis e das demais autoridades constituídas.
Rev. Hernandes Dias Lopes
quarta-feira, 12 de junho de 2013
A GRAÇA DA REGENERAÇÃO
“Ele nos
salvou mediante o lavar regenerador e renovador do Espírito Santo”(Tito 3.5).
O pecado
trouxe consigo a morte. O vírus letal do pecado infectou toda humanidade.
Afetou o ser humano na sua totalidade, matou o homem. O intelecto do homem
ficou danificado, sua vontade escravizada e sua emoção poluída. Sua inclinação
natural é avessa à vontade de Deus. O homem nem busca, nem entende Deus.
Seu espírito nasce morto, o coração empedernido e o entendimento obscurecido pelo engano do pecado. De sorte que, o homem, não pode salvar a si mesmo. Porém, aquilo que era, é e sempre será impossível aos homens, Deus realiza por intermédio de seu Espírito. É Deus quem efetua o novo nascimento, quem concede vida àqueles que estão mortos nos delitos e pecados.
É Deus quem implanta o princípio ou a semente da nova vida, quem efetua em nós tanto o querer quanto o realizar. Sua ação graciosa suplanta a inclinação carnal por uma disposição espiritual. A graça da regeneração é que habilita o homem a crer no Senhor Jesus, a arrepender-se de seus pecados e a converter-se de seus maus caminhos. Sem a graça da regeneração ninguém teria condição de entrar no reino de Deus.
Seu espírito nasce morto, o coração empedernido e o entendimento obscurecido pelo engano do pecado. De sorte que, o homem, não pode salvar a si mesmo. Porém, aquilo que era, é e sempre será impossível aos homens, Deus realiza por intermédio de seu Espírito. É Deus quem efetua o novo nascimento, quem concede vida àqueles que estão mortos nos delitos e pecados.
É Deus quem implanta o princípio ou a semente da nova vida, quem efetua em nós tanto o querer quanto o realizar. Sua ação graciosa suplanta a inclinação carnal por uma disposição espiritual. A graça da regeneração é que habilita o homem a crer no Senhor Jesus, a arrepender-se de seus pecados e a converter-se de seus maus caminhos. Sem a graça da regeneração ninguém teria condição de entrar no reino de Deus.
Senhor
Deus, a tua graça é indispensável. Não há quem, naturalmente, busque a ti. Tu
és o Deus que busca, salva e transforma. Louvado sejas por este presente! Em
nome de Jesus. Amém.
www.lpc.org.br/cada-dia
VIDA RESSURRETA
"...e nos ressuscitou juntamente com ele, e nos fez assentar nas regiões celestiais, em Cristo Jesus" (Efésios 2:6).
O cristão verdadeiro não é aquele que apenas é membrado, ou firmado, nesta ou naquela igreja. A Bíblia diz: "Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram, eis que tudo se fez novo" (2Coríntios 5:17). O verdeiro cristão é aquele que vive uma vida ressurreta, em Cristo Jesus. A Bíblia diz que quando Cristo foi levantado na cruz ele atraiu a todos nós. Diz, também, que todos nós fomos imergidos em sua morte, e que nossa velha criatura foi com ele crucificado para que o corpo do pecado seja desfeito. (leia João 12:31-32; Romanos 6:3-6,11). Devemos crer nas Escrituras, crer na grande obra redentora de Deus em Cristo Jesus na cruz do calvário; aceitar isto em nosso coração e declarar essas verdades com nosso boca, conforme o que está escrito em Romanos 10:9-10 "...se com a tua boca confessares ao Senhor Jesus, e em teu coração creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos, serás salvo. Visto que com o coração se crê para a justiça, e com a boca se faz confissão para a salvação". Assim fazendo o Espírito Santo vai transformando nossa auto-imagem, conformando-a à imagem de Cristo. A vida ressurreta diz respeito: +A um novo poder íntimo. "Portanto, fomos sepultado com ele na morte por meio do batismo, a fim de que, assim como Cristo foi ressuscitado dos mortos mediante a glória do Pai, também nós vivamos uma vida nova" (Romanos 6:4). +A semelhança que temos com Cristo. "Trazemos sempre em nosso corpo o morrer de Jesus, para que a vida de Jesus também seja revelada em nosso corpo. Pois nós, que estamos vivos, somos sempre entregues à morte por amor a Jesus, para que a sua vida também se manifeste em nosso corpo mortal" (2 Coríntios 5:10-11). +A nossa devoção a um novo Senhor. "...para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho, nos céus, na terra e debaixo da terra, e toda língua confesse que Jesus Cristo é o Senhor, para glória de Deus Pai" (Filipenses 2:10-11). +A uma vida com ambição celestial. "Portanto, já que vocês ressuscitaram com Cristo, procurem as coisas que são do alto, onde Cristo está assentado à direita de Deus. Mantenham o pensamento nas coisas do alto, e não nas coisas terrenas" (Colossenses 3:1-2). +A certeza da glória futura. "Todavia, Deus que é rico em misericórdia, pelo grande amor com que nos amou, deu-nos vida com Cristo, quando ainda estávamos mortos em transgressões (...) Deus nos ressuscitou com Cristo e com ele nos fez assentar nos lugares celestiais em Cristo Jesus, para motrar, nas eras que hão de vir, a incomparável riqueza de sua graça, demostrada em sua bondade para conosco em Cristo Jesus. Olho nenhum viu, ouvido nenhum ouviu, mente nenhuma imaginou o que Deus preparou para aqueles que o amam" (Efésios 2:4-7; 1 Coríntios 2:9). Se, humildemente, aceitarmos o trabalho do Espírito Santo em nossa vida, vamos sendo transformados, e refletindo a glória do Senhor a todos aqueles que nos rodeiam. Adolpho Salgado
"...e nos ressuscitou juntamente com ele, e nos fez assentar nas regiões celestiais, em Cristo Jesus" (Efésios 2:6).
O cristão verdadeiro não é aquele que apenas é membrado, ou firmado, nesta ou naquela igreja. A Bíblia diz: "Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram, eis que tudo se fez novo" (2Coríntios 5:17). O verdeiro cristão é aquele que vive uma vida ressurreta, em Cristo Jesus. A Bíblia diz que quando Cristo foi levantado na cruz ele atraiu a todos nós. Diz, também, que todos nós fomos imergidos em sua morte, e que nossa velha criatura foi com ele crucificado para que o corpo do pecado seja desfeito. (leia João 12:31-32; Romanos 6:3-6,11). Devemos crer nas Escrituras, crer na grande obra redentora de Deus em Cristo Jesus na cruz do calvário; aceitar isto em nosso coração e declarar essas verdades com nosso boca, conforme o que está escrito em Romanos 10:9-10 "...se com a tua boca confessares ao Senhor Jesus, e em teu coração creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos, serás salvo. Visto que com o coração se crê para a justiça, e com a boca se faz confissão para a salvação". Assim fazendo o Espírito Santo vai transformando nossa auto-imagem, conformando-a à imagem de Cristo. A vida ressurreta diz respeito: +A um novo poder íntimo. "Portanto, fomos sepultado com ele na morte por meio do batismo, a fim de que, assim como Cristo foi ressuscitado dos mortos mediante a glória do Pai, também nós vivamos uma vida nova" (Romanos 6:4). +A semelhança que temos com Cristo. "Trazemos sempre em nosso corpo o morrer de Jesus, para que a vida de Jesus também seja revelada em nosso corpo. Pois nós, que estamos vivos, somos sempre entregues à morte por amor a Jesus, para que a sua vida também se manifeste em nosso corpo mortal" (2 Coríntios 5:10-11). +A nossa devoção a um novo Senhor. "...para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho, nos céus, na terra e debaixo da terra, e toda língua confesse que Jesus Cristo é o Senhor, para glória de Deus Pai" (Filipenses 2:10-11). +A uma vida com ambição celestial. "Portanto, já que vocês ressuscitaram com Cristo, procurem as coisas que são do alto, onde Cristo está assentado à direita de Deus. Mantenham o pensamento nas coisas do alto, e não nas coisas terrenas" (Colossenses 3:1-2). +A certeza da glória futura. "Todavia, Deus que é rico em misericórdia, pelo grande amor com que nos amou, deu-nos vida com Cristo, quando ainda estávamos mortos em transgressões (...) Deus nos ressuscitou com Cristo e com ele nos fez assentar nos lugares celestiais em Cristo Jesus, para motrar, nas eras que hão de vir, a incomparável riqueza de sua graça, demostrada em sua bondade para conosco em Cristo Jesus. Olho nenhum viu, ouvido nenhum ouviu, mente nenhuma imaginou o que Deus preparou para aqueles que o amam" (Efésios 2:4-7; 1 Coríntios 2:9). Se, humildemente, aceitarmos o trabalho do Espírito Santo em nossa vida, vamos sendo transformados, e refletindo a glória do Senhor a todos aqueles que nos rodeiam. Adolpho Salgado
segunda-feira, 20 de maio de 2013
BATISMO NAS ÁGUAS, UMA ALEGRIA PARA A IGREJA
“Os que de bom grado receberam a sua palavra foram
batizados...” (Atos 2:41).
Assim, todos os que ouviram e creram no evangelho iam sendo
batizados, começando pelas quase três mil pessoas na primeira pregação do Apóstolo
Pedro, no dia de Pentecostes. Depois os que foram convertidos em Samaria (Atos
8:12); o ministro do governo da Etiópia
e também Saulo de Tarso (Atos 8:38; 9:18). Foram batizados também todos da
família de Lídia, na cidade de Tiatira, bem como todos da família do carcereiro
da cidade de Filipos (Atos 16:15, 33); e também os crentes da cidade de Corinto
e Éfeso (Atos 18:8; 19:5). Podemos imaginar a grande multidão de pessoas que aceitaram a
Cristo como Senhor e Salvador, e com alegria foram batizadas nas águas, através
de todos esses séculos, até os nossos dias.
Assim, com muita alegria também, acrescentamos a essa multidão,
os jovens: Israel e Maria Vitória, filhos Paulo e Vânia; Alessandra Maria,
filha de Alexandro e Isabel; Jéssica Ferreira, filha de Aparecida Ferreira; e
também Carlos Guilherme de Castro Silva.
Todos esses irmãos, no dia de ontem (19.05.2013), durante um
culto festivo e cheio da unção do Senhor, desceram às águas do batismo, na ICP
TAUBATÉ.
Nossa oração a Deus é para que estes irmãos, amados de todos
nós, agora membros da Igreja que é o Corpo de Cristo, sejam aperfeiçoados dia
após dia, para serem testemunhos da graça de Deus, junto às suas respectivas
famílias e junto à sociedade.
Adolpho Salgado – pastor
segunda-feira, 6 de maio de 2013
RESTAURAÇÃO
Uma palavra
às famílias
“Mas, se
confessarmos os nossos pecados a Deus, ele cumprirá a sua promessa e fará o que
é correto; ele perdoará os nossos pecados e nos limpará de toda maldade” (1
João 1:9)
Alguns
pecados que cometemos passam até despercebidos; outros, entretanto, aparentemente,
ferem a nossa alma. O sentimento de culpa pode nos acompanhar por muito tempo e
tirar a nossa alegria de viver. Tentar esconder o pecado não elimina e não
atenua a culpa. O texto da Primeira Carta de João, capítulo 1, versículo 8, nos
diz: “Se dizemos que não temos pecados, estamos nos enganando, e não há verdade
em nós”.
O primeiro
passo para nos livrarmos do sentimento de culpa é reconhecer que cometemos um
pecado que desagradou a Deus. O próximo passo é confessar ao Senhor os nossos
pecados, admitindo sinceramente a nossa culpa. O texto bíblico nos garante que,
se confessarmos os nossos pecados, Deus “perdoará os nossos pecados e nos
limpará de toda maldade”. Jesus garantiu-nos o perdão com sua morte na cruz.
Aceitando e confiando nesse perdão, poderemos sentir alívio e paz.
Texto de
Jaime Kemp – Extraído da Bíblia da Família, página 1334 – Sociedade Bíblica do
Brasil.
quarta-feira, 1 de maio de 2013
DIA DO TRABALHO, DIA DO TRABALHADOR
Se os homens orientassem suas vidas pelas Sagradas
Escrituras haveria, em todo tempo, harmonia perfeita entre empregadores e
empregados.
Com respeito aos
empregadores vejam o que está escrito: Os empregadores devem pagar pontualmente
os salários de seus empregados (Deuteronômio 24:15). Eles devem ter auto estima por seus
empregados (Jó 21:13-14).
Também não devem tratá-los com ameaças (Efésios 6:9). Devem tratá-los com
justiça (Colossenses 4:1).
O Senhor também aponta como pecado: O atraso no pagamento e o
exigir que seus empregados trabalhem sem o devido salário (Levítico 19:13; Jeremias
3 2:13). Também quando é recusado aos empregados seu justo salário, ou a
retenção, de maneira fraudulenta daquilo que lhe é devido (Malaquias 3:5; Tiago
5:4).
Com respeito aos
empregados vejam o que está escrito: Os empregados devem ser fiéis aos seus
empregadores (Provérbios 25:13; 27:18; Mateus 24:45). Devem ser obedientes a
eles (Efésios 6:5; Colossenses 3:22).
Devem considerar seus empregadores dignos de honra (1 Timóteo 6:1). Devem fazer
tudo para agradar seus empregadores (Tito 2:9). Devem agir com paciência e
prudência com aqueles empregadores que apresentam dificuldades no
relacionamento (1 Pedro 2:18).
Tanto empregadores como empregados devem entender que são
trabalhadores, servindo aos interesses de Deus, nosso Criador, e à nação que
abriga milhares e até milhões de famílias que precisam subsistir.
Neste dia, o Dia do Trabalho, aqueles que seguem a Cristo
estão orando para que empregadores e empregados vivam em perfeita harmonia e
tragam grandes benefícios a nossa nação e às nossas famílias.
Adolpho Salgado
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