segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

FIM DE ANO - TEMPO DE REFLEXÃO

“Ensina-nos a contar os nossos dias de tal maneira que alcancemos coração sábio” (Salmo 90:12)

Em toda passagem de ano as empresas fazem balanço. Contam seus lucros e suas perdas. Fazem uma reflexão com respeito aos momentos positivos e negativos daquele ano, e fazem seus projetos para o novo ano. Os empresários mais inteligentes transformam seus fracassos em lições de vida, que os levam a sucessos futuros. Assim acontece também com os governantes.
No entanto, muitos séculos antes do nascimento de Cristo, o Senhor já mostrava aos homens a necessidade de, no fim de cada período da vida, parar para refletir, fazendo um balanço a respeito dos seus fracassos e vitórias. A reflexão gera indagação: Porque aconteceu isto?  Como foi acontecer aquilo?
Quando somos do Senhor, a resposta vem do Senhor; e isto gera em nós sabedoria. Sabendo que Deus está no controle de tudo, nossa alma engrandece ao Senhor e cheio de gratidão ficamos mais próximo de Deus.
Estamos no fim da jornada de mais um ano. Durante uma jornada, agora me refiro a uma caminhada longa, vai grudando nos nossos pés as sujeiras do caminho. Nos tempos de Jesus, quando alguém chegava a uma casa depois de uma longa caminhada, era lhe preparada água para lavar os pés.
Pior do que a sujeira do corpo é a sujeira da alma. Durante o ano somos vítimas de ofensas, injustiças, insultos, injúrias, humilhações, etc. Isto gera em nosso coração ansiedade, angústias, tristezas, raiva e muitas outras coisas. Somos, também, somos especialistas, muita vezes, em criar um cantinho em nossa alma a fim de ocultar essas coisas. Após uma jornada de um ano a nossa alma está enferma e a nossa alegria já não é verdadeira. Nossa alma precisa ficar livre desses lixos.
Se isto estiver acontecendo conosco, o que devemos fazer neste final de ano? Seguir os conselhos de Jesus, nosso Mestre e Senhor. Ele diz; ”Venham a mim, todos vocês que estão cansados de carregar as suas pesadas cargas, e eu lhes darei descanso” (Mateus 11:28).  O apóstolo Pedro diz:” Entregue toda sua ansiedade a Deus, pois ele cuida de vocês” (1Pedro 5:7). Ansiedade é a matéria prima que faz gerar em nosso coração tudo aquilo que prejudica nossa alma e reflete em nosso corpo; são os problemas psicossomáticos.
Temos que fazer um “pacotão” de toda essa lixeira da alma e trazer aos pés do Senhor. Ele vai transformar tudo isso em bênção para nós. Com nossa alma saudável vamos ter comunhão plena com Deus e com nosso próximo. Vamos apresentar ao Senhor os nossos projetos para o novo ano, certo da vitória. Com estas palavras desejamos a todos um Feliz Ano Novo.

Adolpho e Rosinha

sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

COMO VENCER AS DIFICULDADES E BUSCAR NOVOS DESAFIOS

 Leia 1 Crônica 4:9-10

A história de Jabez é uma das mais curtas biografias da Bíblia e também uma das mais sugestivas. Ele tornou-se mais ilustre do que seus irmãos, pois embora tenha recebido um nome pejado de estigma (seu nome significa sofrimento), não aceitou passivamente a decretação da derrota em sua vida. Ele sacudiu o jugo da crise e buscou horizontes mais espaçosos na sua caminhada. Estamos atravessando a fronteira de mais um ano. É tempo de nos desvencilharmos das dificuldades do passado, subirmos nos ombros dos gigantes e olharmos para a vida com a visão do farol alto. O que Jabez fez que o tornou mais nobre do que os seus irmãos?
1. Ele rogou a bênção de Deus (1Cr 4.10) – Jabez invocou o Deus de Israel, o Deus vivo e não um ídolo morto. Ele foi à fonte certa, com o pedido certo e com a motivação certa. Seu clamor é profundo: "Oh! Tomara que me abençoes!". Somente através da bênção de Deus podemos sair dos desertos esbraseantes para os prados cheios de verdor; somente através da bênção de Deus podemos curar os traumas do nosso passado para vivermos uma vida livre, abundante e feliz. A bênção de Deus enriquece e com ela não existe desgosto. O nosso Deus é aquele que já tem nos abençoado com toda sorte de bênção em Cristo Jesus nas regiões celestes.
2. Ele pediu a Deus o alargamento de suas fronteiras (1Cr 4.10) – Jabez não era um homem acomodado. Ele olhava para frente e queria conquistar mais terreno, queria alargar o espaço da sua tenda, queria ampliar seus horizontes e conquistar novas fronteiras. Não basta desvencilhar-se das amarras do passado, precisamos alçar vôos mais altos em relação ao futuro. Jabez queria mais espaço, influência, trabalho, frutos, e conquistas. Seu coração palpitava por vitórias mais expressivas, por alvos mais arrojados, por sonhos mais altaneiros. De igual forma, precisamos ter sonhos mais ousados na nossa vida pessoal, familiar e espiritual. Há terreno ainda por ser conquistado!
3. Ele suplicou pela presença de Deus (1Cr 4.10) – Jabez entende que seus sonhos não podem ser realizados se a mão de Deus não for com ele. Ele não quer apenas coisas, ele quer Deus. Coisas sem Deus não satisfazem a alma. Sem a presença de Deus não podemos caminhar vitoriosamente. Nossa maior necessidade é de Deus. Nossa jornada jamais poderá ser bem sucedida se a mão de Deus não for conosco. Foi a presença de Deus que sustentou, protegeu e guiou o povo de Israel pelo deserto quarenta anos. É a presença de Deus que inunda a igreja de ânimo e força na sua caminhada pelos vales e outeiros da História. Temos a promessa de Jesus: "Eis que estou convosco todos os dias até a consumação dos séculos" (Mt 28.20).
4. Ele clamou pela proteção de Deus (1Cr 4.10) – Jabez compreende que a jornada da vida é cheia de perigos. Há caminhos escabrosos, inimigos aleivosos, temores assombrosos. Precisamos da proteção divina. Jabez pede livramento do mal e do maligno. Ele compreende que somente Deus pode nos livrar dos laços e armadilhas do maligno. Jabez sabe que não pode vencer sem a proteção do Altíssimo, por isso clama e roga o livramento não apenas do maligno, mas também da aflição decorrente de sua investida. Não temos força nem armas suficientes em nós mesmos para entrarmos nessa batalha; mas, com a força do Eterno e revestidos com sua armadura podemos triunfar.
O texto de 1Crônicas 4.10 termina dizendo: "E Deus lhe concedeu o que lhe tinha pedido". Deus responde as nossas orações. Ele muda a nossa sorte. Ele transforma choro em alegria, vales em mananciais, o cerco do inimigo em porta da esperança. Estamos atravessando os portais de um novo ano. Faça o que Jabez fez. Clame também ao Senhor e você verá que um novo tempo poderá raiar também em sua vida!

Rev. Hernandes Dias Lopes

terça-feira, 24 de dezembro de 2013

O VERBO SE FEZ CARNE

Aquele que possuía uma natureza divina, por amor à humanidade caída e corrompida, através de Maria adquiriu uma natureza humana, e nasceu entre nós. Assim nós, que temos uma natureza humana, escapamos da corrupção do mundo a fim de participarmos da natureza divina. ( Veja João 1:1-4, 11-14; 2 Pedro: 1:4).
Desejamos de todo coração, um feliz Natal a todos os nossos amigos. Rogamos ao nosso Pai celestial para que seja derramado sobre todas as famílias, uma bênção especial. Um forte abraço a todos que participaram do nosso ministério junto às famílias, quer compartilhando, divulgando ou orando, lembrando que Deus quando falava do nascimento do seu Filho, nascido da descendência de Abraão, assim ele disse: “Em ti serão benditas todas as famílias da terra” (Gênesis 12:3). Com nossa gratidão e afeto, no amor de Cristo.

Adolpho e Rosinha

domingo, 22 de dezembro de 2013

JESUS QUIS NASCER ENTRE NÓS

Isaías 9:6

Conforme o texto acima mencionado Jesus quis nascer entre nós:
·       Para ser o nosso Maravilhoso Conselheiro. A Palavra de Deus compara com uma árvore frutífera aqueles que se deleitam em fazer a vontade de Deus, seguindo os seus conselhos. Aqueles que buscam conselhos com aqueles cujo coração está vazio da sabedoria de Deus, sentem cócegas no seu ego e são levados à derrota futura.
·       Para ser o Deus Forte ao nosso lado. Davi inicia o Salmo 23 dizendo: “O Senhor é o meu pastor”. A palavra Senhor, aqui, significa JEOVÁ, que fala do Deus verdadeiro,  com todos os seus  atributos; o Deus que é Onisciente, Onipresente, Onipotente. Davi estava dizendo: É este o meu provedor, que me faz repousar em campos verdejantes e me leva às águas de refrigérios. Quando eu tiver que passar por vales de lutas, enfrentar períodos de grandes dificuldades, eu não terei medo nenhum. Ele é o Deus Forte, e ele está do meu lado.
·       Para ser o Pai Eterno, junto a nós. Chamar Jesus de Pai Eterno parece estranho. No entanto, Isaías na sua visão profética, vendo o menino Jesus recém-nascido ele via o próprio Deus nascido entre os homens, para salvar os homens.
Porque as pessoas têm medo da morte? Porque o ser humano foi criado para viver eternamente, mas, por causa do pecado perdeu o direito à vida eterna. O amor de Deus pela humanidade, mesmo caída e corrompida, foi tão grande que ele deu seu próprio Filho para resgatar a vida eterna a todos nós. Por isso aquele que está em Cristo é uma nova criatura e tem uma visão do Reino de Deus, e sabe que está incluso entre os filhos de Deus. Este tem certeza de entrar na eternidade com Cristo, nosso Pai Eterno.
·       Jesus nasceu entre nós para nos trazer a paz. A paz que emana de Deus é a paz que excede todo entendimento. Devemos proclamar esta paz, pois está escrito: “Como são belos nos montes os pés daqueles que anunciam boas novas, aqueles que proclamam a paz” (Isaías 52:7). Jesus nasceu para trazer a paz no seio das famílias, fazendo com que o coração dos pais se volte ao coração dos filhos, e o coração dos filhos se volte ao coração dos pais (Malaquias 4:6). Quando é época de natal sempre ouvimos aquele hino tradicional que diz: “Noite feliz, noite feliz ... Noite de paz, noite de paz”. É essa paz que emana de Jesus recém-nascido que precisa fazer parte de nossa vida, não só no período natalino, mas em todos os tempos. Devemos, por ocasião do natal, com nossa família reunida, agradecer ao nosso Pai celeste, que na pessoa de seu amado Filho, quis nascer entre nós para ser o nosso Divino Conselheiro, o Deus Forte junto de nós para nos defender e garantir a provisão necessária, o Pai Eterno que abriu para cada um de nós, o bendito caminho da eternidade e nos trouxe a paz que excede todo entendimento. Tenhamos assim um Feliz Natal. (Adolpho e Rosinha)

sábado, 14 de dezembro de 2013

JESUS, O PRÍNCIPE DA PAZ

“E ele será chamado Maravilhoso Conselheiro, Deus Poderoso, Pai Eterno, Príncipe da Paz” (Isaías 9:6).

Cristo, como Filho de Deus, veio trazer a paz e promover a paz entre os homens. A paz que emana de Deus é uma paz que excede todo entendimento (Filipenses 4:7). Mesmo vivendo num mundo cheio de guerras e aflições, podemos experimentar dessa paz e promover essa paz entre os homens; pois está escrito: "Como são belos nos montes os pés daqueles que anunciam boas novas, que proclamam a paz..." (Isaías 52:7). Jesus disse: “Deixo-lhes a paz; a minha paz lhes dou. Não a dou como o mundo a dá...” (João 14:27).
Ele veio trazer paz no seio das famílias, fazendo com que o coração dos pais se volte ao coração dos filhos, e o coração dos filhos se volte ao coração dos pais (Malaquias 4:6).
Por ocasião das comemorações do Natal, sempre ouvimos aquele tradicional hino que diz:” Noite feliz, noite feliz...Noite de paz, noite de paz...” É esta paz que emana de Jesus recém-nascido que precisa fazer parte de nossas vidas, não só no período natalino, mas em todos os tempos."Pois ele (Cristo) é a nossa paz, o qual de ambos os povos fez um, e destruiu a parede de separação, a barreira de inimizade..."
Adolpho Salgado


sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

JESUS, O PAI ETERNO

“Ele será chamado Maravilhoso Conselheiro, Pai Eterno, Príncipe da Paz” (Isaías 9:6).

A primeira vista parece estranho Jesus Cristo ser chamado de Pai Eterno. No entanto, Isaías na sua visão profética, vendo o menino Jesus recém-nascido, ele via o próprio Deus nascido entre os homens, para salvar os homens.
Cristo, sendo a encarnação da própria Palavra de Deus (João 1:1), é tão eterno quanto Deus. Precisamos entender que Jesus Cristo não é um Deus; ele é o Deus. Por esta razão, o título “Pai Eterno, ou Pai da Eternidade” dado a ele, é perfeitamente compreensível.
As pessoas normalmente têm medo da morte, isto porque o ser humano foi criado para viver eternamente. Com o pecado, porém, o homem separou-se de Deus, e toda humanidade veio a perder o direito de viver eternamente. O texto diz: “certamente você morrerá”.
Todavia, há um texto nas Escrituras que parece resumir toda a Bíblia num só versículo: “... Deus tanto amou o mundo que deu o seu Filho Unigênito, para que todo o que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna” (João 3:16).
Quem está em Cristo é uma nova criatura. Ele tem uma visão do Reino de Deus, mesmo ainda estando no mundo. Ele se vê incluso entre os cidadãos do Reino de Deus. Ele tem a certeza de entrar na eternidade, junto a Cristo, aquele que é o Pai Eterno, o Pai da Eternidade.
Adolpho Salgado


quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

JESUS, O DEUS FORTE

“E ele será chamado Maravilhoso Conselheiro, Deus Forte, Pai Eterno, Príncipe da Paz” (Isaías 9:6).

Jesus é a encarnação da Palavra de Deus. No princípio ele estava em Deus e tudo foi feito por meio dele; e sem ele nada do que foi feito se fez. (João 1:1-3). Ele é o Todo Poderoso e quis nascer entre nós para sermos beneficiados com a sua presença e com o seu poder.
Davi começa o Salmo 23 mostrando a sua alegria por estar sendo cuidado por aquele que é o Todo Poderoso. Ele diz: “O Senhor é o meu pastor...”. A palavra Senhor aqui, significa Jeová, nome que fala do Deus criador com todos os seus atributos. Deus que é Onisciente, onipresente e onipotente. Davi quis dizer: É este o meu provedor, que me faz repousar em campos verdejantes e me leva às águas tranqüilas, águas de refrigério. Quando eu tiver que passar pelos vales de lutas, enfrentar períodos de grandes dificuldades, eu não terei medo nenhum. Ele é o Deus Forte, o Deus Todo Poderoso, e está do meu lado.
O mundo inteiro comemora o nascimento de Jesus; a maioria das pessoas, porém, não leva em conta o nascimento de Cristo e comemora o Natal com bebedeiras e festas profanas. Os pais cristãos, porém, devem comemorar o Natal de Jesus preparando uma mesa farta, se possível com variedade de frutas, lembrando a provisão de Deus.
Com a família reunida e em perfeita comunhão uns com os outros, deve os pais fazer uma oração de gratidão a Deus, ensinando os seus filhos a respeito da verdadeira alegria pelo nascimento de Jesus. Lembrando aos seus filhos que Jesus nasceu entre nós, e como Deus Todo Poderoso quer ficar sempre do nosso lado, garantindo a nossa provisão, proteção e vitória.

Adolpho Salgado